REFLEXÕES SOBRE O DIA DAS MÃES

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08/05/2022

(Jessica Wood)

Para alguns, o Dia das Mães pode ser um momento desafiador de reflexão. Um lembrete das muitas vezes em que não se foi a melhor versão de si mesmo ou não foi tão adequada como um guia na vida de seus filhos.

Sinto, devido à nossa educação, que recebemos um mapa que projetamos ao longo de nossas vidas. As muitas direções diferentes que podemos seguir por nosso condicionamento. Damos o que recebemos, até despertarmos para uma consciência mais ampliada.

Compartilhar essas reflexões não quer dizer que nossas experiências não foram divinamente orquestradas. Porque foram. São apenas um tom vibracional que reside na memória celular que vem para o ar. A circulação desses tons depende se nos agarramos ou não às memórias de como quem somos. Posso dizer que esses aspectos do meu eu fragmentado fizeram más decisões e escolhas através das lentes de levar uma vida inconsciente.

Eu não sou quem costumava ser. Mas as memórias dessa pessoa muito fragmentada surgem para minha aceitação de tempos em tempos. Posso negar as minhas partes  que agiram por egoísmo, totalmente inconscientes e completamente desconectadas do amor, ou posso optar por reconhecer a ferida da menina que desconhecia seu valor, que estava perdida no próprio sofrimento. Posso me odiar pelas escolhas que fiz antes de quem sou agora ou posso honrar minha experiência humana, incluindo todas as partes, que me deram a oportunidade de me erguer das próprias cinzas.

Parte da “cura” é aceitar todos vocês. Amando todos vocês. Integrando as lições. A ilusão é que o crescimento vem com um custo. No cenário maior, nunca estamos realmente perdendo nada, fora da crença de que perdemos algo. Para os humanos, a perda é uma invenção da imaginação e perturba a ideia de que somos espíritos tendo uma experiência humana. Nunca podemos perder algo que é eterno.

Um lembrete gentil para todas as mulheres que lutaram contra o lado inferior de sua natureza para despertar e ESTAR AQUI AGORA! Estamos todas despertando em ondas. Onda após onda de verdades e realizações mais profundas de que você é digna. Você é inteira. Você é amada. Não lhe falta nada. O passado é um presente. Um lembrete de onde você veio e o que foi necessário para chegar até aqui. O passado não a define. Não é quem você é. É apenas um dos muitos personagens que você escolhe para elevar de nível e se atualizar em um ser mais presente.

Isso é contínuo e vale para todos que estão utilizando a vida para evoluir. Daqui a alguns anos você olhará para trás novamente e não reconhecerá quem você é. A aceitação e o amor por todas as partes do seu ser em sua totalidade valem cada experiência.

Envio amor para todas as suas partes.

Jessica Wood

Tradução de Ivete Brito – adavai@me.comwww.adavai.wordpress.com

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