A MENSAGEM DA LUA CHEIA: O AMOR É ABUNDÂNCIA – 25/09/18

Deixe um comentário

(Simon & Jennifer)

Sua vida lhes revelou a abundância que ela contém? Para muitos de nós, a resposta seria não. A dura realidade do mundo atual é que a nossa sociedade foi construída sob a percepção da falta – em uma luta contínua por mais.

A escassez é uma condição do coração. Todos nós nascemos em um mundo de insuficiência: de dinheiro, de coisas, de tempo, de felicidade, e na raiz de tudo, insuficiência de amor. Nascendo sem duvidar da nossa conexão com tudo, mas logo nos deparamos com a desconexão e a separação. Aprendemos que devemos colaborar estrategicamente para receber o que precisamos. Aprendemos a manipular as circunstâncias e manter nossos recursos para garantir que temos algo para barganhar. Começamos a recusar nosso modo natural de dar e amar com receio de que fosse retirado de nós sem volta.

À medida que nos conectamos com nossas necessidades emocionais essenciais, podemos descobrir que esse núcleo nosso foi contaminado pela falta – que muitas das necessidades que temos são substitutas para essa necessidade fundamental de amor. Quando este é o caso, se manifesta em tudo que fazemos e colorem isso também, reforçando essa falta de volta para nós continuamente.

Em um estado em que se percebe a escassez, podemos nos encontrar comprometendo nossa natureza inerente, optando por fazer o necessário em lugar do correto – o que só nos serve para alimentar e reforçar a própria condição da falta.

Mas, na realidade, vivemos em um lugar onde a magia está em toda parte, onde a própria criação nasce do nada e onde o amor se cria. Estamos intrinsecamente conectados a todo o universo com uma consciência que pode se perceber no próprio reflexo. Somos entrelaçados tão delicadamente com este mundo, no tempo perfeito, no lugar perfeito, para testemunharmos nossa perspectiva da realidade e compartilhar isso com os demais de nossa maneira singular e distinta.

Contudo, podemos acreditar que temos de comprometer nossa natureza perfeitamente projetada, nosso eu único delicadamente talhado a fim de obter o suficiente.

E, se permitirmos que o amor conduza for suficiente? E, se pudermos nos render aos nossos corações (como toda a vida) permitir que a inteligência que nos criou também revele o caminho? E, se a abundância for um trabalho interno garantido pela própria existência? Vocês ousariam oferecer o seu coração à vida?

Bênçãos,

Simon & Jennifer.

Tradução de: Ivete Brito – adavai@me.comwww.adavai.wordpress.com

Anúncios

Oh! Estes tempos de mudança! – 25/09/18

Deixe um comentário

(ORIENTAÇÃO DOS ANJOS, canalizada por Sharon Taphorn)

Estivemos passando por uma grande mudança novamente e aprender como você trabalha nesta nova energia cria alguma diversão durante estes tempos de mudança.Você já sentiu isto?

Há pessoas que você ama absolutamente e que não irão gostar desse novo você. Fique bem com isso. Conforme você está mudando, começa a perceber que não é a mesma pessoa que era antes. As coisas mudaram. Algumas das coisas que você costumava tolerar tornaram-se intoleráveis.

À medida que você aprender como você trabalha e quem você é nesta nova energia, você descobrirá que agora há momentos em que antes você permaneceria em silêncio, mas não pode mais. Houve momentos antes que você falava e agora você permanece em silêncio. Você começa a entender o seu valor de uma nova maneira, e é assim que deve ser.

Quando você começa a entender seu valor, há apenas algumas situações que não valem o seu tempo, sua energia ou seu foco. Você começa a se tornar mais exigente sobre onde você investe sua energia, tempo e dinheiro.

Tente não se estressar com desapontamentos. As coisas partirão. Saiba que coisas novas também virão e elas são muito mais grandiosas do que as que você deixou para trás. É hora de ir se encontrar. O mundo é seu.

A Orientação dos Anjos é que seja paciente enquanto assimila estes tempos de mudança.

Todos são uma obra em andamento. Se você tivesse concluído a experiência terrestre, você teria avançado. Se esteve acostumado a dizer sim, às vezes, requer tempo para aprender a dizer não. Lembre-se de que se você está fazendo as coisas ou estando com as pessoas para fazer os outros felizes, isto não estará funcionando. Nestes tempos de mudança, seu bem-estar deve sempre estar em primeiro lugar.

Amor e bênçãos

Sharon e os Anjos

www.playingwiththeuniverse.com

Tradução: Regina Drumond – reginamadrumond@yahoo.com.br

EXAUSTOS E EXALTADOS – 23/09/18

Deixe um comentário

(Maria Chambers)

Às vezes quando observo as pessoas que conheço, suas vidas parecem bastante reguladas. As coisas parecem estar indo muito bem. Meu amigo Larry está viajando com o seu marido para lugares exóticos e eles estão animados em me falar das suas aventuras.

Minha outra amiga, Laura, está festejando sua nova casa e me convidou para juntar-me a ela. Ela tem um negócio próspero e está alegremente fazendo o que gosta.

Meu irmão recentemente visitou a Grécia e explorou a terra natal do nosso pai, reunindo-se com velhos amigos e familiares por lá.

E eu estou feliz por meus amigos e minha família. Eu quero vê-los prosperar e aproveitar as suas vidas. Eles têm suas famílias, seus negócios e suas vidas ricas e interessantes.

E a tentação é olhar para a minha vida agora e dizer que a minha vida nem remotamente se parece com isso. E daí julgá-la como algo ruim. Como se precisasse se parecer mais com a deles.

Mas a questão é: a minha vida costumava se parecer com a deles. Porém, realmente, nunca foi como a deles. Eu meio que passava pelos movimentos até que estivesse pronta para despertar ou para despertar mais plenamente o meu eu multidimensional.

E no processo, minha vida começou a se parecer cada vez menos com a deles.

Onde eu estou agora, onde muitos de nós estamos agora, não é necessariamente um lugar que seja confortável. E por que seria? Há uma tremenda transformação ocorrendo em nossos corpos e em nossas mentes. Estamos liberando nosso DNA ancestral, pelo amor de Deus! Nossos amigos e familiares não estão fazendo isso. Estamos abrindo mão de nossa história que remonta ao período anterior à formação da Terra. Quem vocês conhecem na própria família ou no círculo de amigos, se vocês têm algum que ainda reste, que esteja fazendo isso?

Estamos deixando a dualidade. Deixando de lado o que pensávamos que fosse a dualidade. Entrando em uma perspectiva de quinta dimensão, enquanto também ainda vivemos em uma terceira dimensão.

Estamos explorando uma dinâmica de energia inteiramente nova. Tentando compreender como isso funciona. Vimos aqui como exploradores e inovadores de um novo modo de ser. Não estamos aqui para simplesmente estabelecer uma outra vida, como o ser humano que passa pelas repetições humanas comuns do nascimento à morte.

Estamos no processo de desafiar a morte conforme a conhecemos.

Estamos desafiando a morte porque já morremos para os nossos velhos eus e estamos renascendo, porém, nos mesmos corpos. E, de fato, esses corpos estão sendo transformados, embora muito mais lentamente do que qualquer um de nós preferiria.

Enfrentamos nossos mais profundos temores e não fugimos deles. Estamos deixando que a sabedoria de nossos eus expandidos faça parte de nosso eu humano cotidiano.

Passamos pela escuridão mais profunda como seres humanos.

E ainda estamos aqui. Estamos cansados e ficamos desanimados, enquanto queremos saber se esse processo é infindável. E se demos uma volta errada em algum lugar. Estamos ferrados e temos de viver em uma realidade severa e densa como seres multidimensionais superiores indefinidamente?

Ficamos aborrecidos, ficamos frustrados. E sabemos que nada na terceira dimensão poderia preencher esse papel que o nosso eu eterno pode. Nem dinheiro, nem um relacionamento ou uma carreira.

Sabemos que existe algo para estarmos aqui, e não é para salvar o mundo. Eles estão onde estão. A maioria da humanidade não vai de repente se iluminar. Isso vai demorar ainda um pouco.

Mas sabíamos disso. Sabíamos que viríamos para cá para despertar e irradiar a alegria de nossa alma. Sabíamos que não seríamos reconhecidos pelos demais que ainda estão mergulhados na dualidade.

DEIXAR DE LADO AS FERIDAS

Quando percebo que os outros estão enfrentando traumas de eventos que se passaram há muito tempo, como agressão sexual ou traumas emocionais por terem sido abandonados, sinto compaixão por eles. Eu também enfrentei tais eventos.

Mas, venho notando que agora já não carrego as feridas. Posso olhar para essas experiências a partir de uma perspectiva mais expandida e me distancio das emoções dos eventos. Não nego as emoções, há uma diferença.

Mas, depois de algum tempo nesse processo de viver conscientemente, observamos que não estamos mais carregando nossas feridas. Isso é formidável.

Estamos acessando um lugar profundo em que não nos identificamos mais com o trauma e as feridas. Vocês se tornam mais leves e podem não reconhecer isso até ver alguém chorando porque foi traumatizado quando mais jovem, como se estivesse revivendo o trauma.

ESTAMOS SIMPLESMENTE ONDE PRECISAMOS ESTAR

Então, quando eu me pergunto por que a minha vida não se parece mais com a vida de Joel, Laura ou Mindy, eu tenho que me lembrar de que estou exatamente onde preciso estar.

Há dias em que sinto que estou cansada demais para fazer algo ou muito aborrecida para ficar aqui, e dias em que eu sinto a alegria desta minha alma e a sensualidade desta realidade temporal e espacial.

Mas, eu tento não avaliar os dias “ruins” como maus porque eles não se parecem com a vida de outra pessoa. E, por mais irritada que eu fique ao assistir as notícias, eu me lembro de que o mundo está onde está e que isso não precisa me afetar. Eu começo a escolher, como o Mestre que sou, como eu quero me sentir.

Como Mestres, começamos a usufruir o que acontece lá fora a partir de uma perspectiva puramente para “fins de entretenimento”.

Por mais desconfortável que seja para nós na vanguarda da mudança na consciência, porque, aqueles que estão indo em primeiro lugar são os que se sentem mais desconfortáveis, eu sei que tudo está bem e que o meu Eu Eterno me apoia.

Se sentirem ressonância com esta mensagem, vocês estão definitivamente na linha de frente da nova consciência. Um explorador do novo. Vocês não se adequam ao restante da humanidade e isso é uma coisa boa, quer dizer que estão aqui por motivos enormemente diferentes das pessoas que conhecem.

E quanto menos tentar se encaixar e quanto menos se comparar a eles, mais fácil será para vocês. E se vocês passaram da fase de se importar com o que alguém pensa e acolheram quem vocês são, merecem elogios, porque esse é um bom lugar para se estar. E se puder aproveitar a dualidade, embora sabendo que ela não é a verdadeira realidade, é um ótimo lugar para se estar também.

E tudo o que estiverem sentindo é apropriado. Raiva, tristeza, dúvida, medo. Nada de errado aí. Tudo isso é apropriado. Não se trata de ser garoto-propaganda cheio de sorrisos, doçuras e banalidades espirituais.

Este é um sério compromisso e embora nos sintamos exaustos, trata-se de uma tarefa que é profundamente honrada e exaltada.

Direitos Autorais:

Copyright © 2018, Maria Chambers. Todos os direitos reservados. Por favor, sintam-se livres para compartilhar este conteúdo com os outros, publiquem em seus blogs, página do Facebook, etc., mas mantenham a integridade deste artigo por incluir o autor, o tradutor e o link do site:

Maria Chambers – https://soulsoothinsounds.wordpress.com

Tradução de Ivete Brito – adavai@me.com – www.adavai.wordpress.com