MENSAGEM DA LUA NOVA – 08/03/16

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(Simon & Jennifer)

No momento em que nascemos neste mundo, somos atingidos com a dura realidade da separação. O outrora todo amoroso, autossuficiente e totalmente conectado útero é trocado pelo ambiente externo em que precisamos agora aprender a sobreviver. O choque desta separação deixa uma ferida profunda impressa em nossa consciência. Essa marca torna-se uma crença central dolorosa de que somos de alguma forma separados: separados de tudo e de todos, separados do amor e, em última instância, separados da Fonte.

À medida que o nosso ego se desenvolve, vimos a aprender que a concha de nosso corpo físico contém em si emoções e necessidades distintas, que são diferentes daquelas das pessoas ao nosso redor. Essa crença se manifesta em nossa consciência mais profunda, tornando-se a raiz do nosso sofrimento coletivo. Pela projeção de nosso mundo interno, recriamos as experiências, no mundo externo, que reflete essa crença de volta para nós, comprovando-nos (acreditamos) que estamos sozinhos, separados, sem amor. Essa ferida energética fundamenta a inclinação para a competição, a ganância e a guerra que vemos manifestada em nosso mundo hoje.

A partir daí, a nossa experiência humana anseia por unidade, e a nossa jornada, então, se torna acerca de encontrar o amor de que nos separamos. Ao longo de nossas vidas, encontramos esse amor em muitas coisas: a segurança nos braços de nossa mãe, nosso brinquedo favorito, nosso primeiro amor, nossa comida favorita, férias, filhos, religião. Todavia, tanto quanto essas coisas possam nos preencher com uma alegria momentânea e produzir algum sentido de felicidade em nossas vidas, logo nos desiludimos, ao descobrir que não é o que estávamos buscando. Esses sentimentos fugazes de conexão não são o bastante para sustentar o nosso desejo de total unidade que certa vez conhecemos – como a Fonte. Continuamos procurando. Vida após vida continuamos retornando para curar-nos, enquanto tentamos encontrar a totalidade. Atraímos para nós as pistas do enigma de nossa existência, e as lições que nos pedem para mudar nossa percepção. Finalmente, chegamos a ver além da ilusão da separação – e vemos o amor que existe em toda a criação.

A principal coisa a lembrar é… o que estamos buscando está em nosso interior e não ao nosso redor, e tem sido assim o tempo todo. Está apenas além da nossa percepção humana limitada, e além das crenças centrais que criamos nesta realidade. A dualidade que percebemos é meramente a projeção de nossa individualidade, através do espectro de luz que constitui o nosso Universo – este que os nossos olhos podem perceber e os nossos cérebros são capazes de decodificar.

Mas, além do que os nossos olhos podem ver está a verdade que estamos buscando – que somos conectados. Todos nós nascemos neste mundo oriundos da unidade infinita para a separação temporária, e todos nós tentamos encontrar o nosso caminho de volta para esse espaço de unidade. Não importa onde estejamos em nossas jornadas individuais, quão distante precisamos nos afastar do amor para encontrá-lo, somos todos iguais.

Conforme a Lua Nova de hoje e o eclipse solar em Peixes ocorrem, estabeleçam as suas intenções para transcender os limites que nos impedem de conhecer a nossa sacralidade, e de trazer o conhecimento da unidade para a nossa encarnação humana.

Bênçãos,

Simon & Jennifer

Tradução de Ivete Brito – adavai@me.com – www.adavai.wordpress.com

 

 

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