NADA DE DRAMA, POR FAVOR; ESTAMOS EVOLUINDO… 23/07

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Sarah Varcas

No rastro da Lua Cheia, nós nos encontramos numa janela de oportunidade que durará até a Lua Azul de 20/21 de agosto. Esta oportunidade pode ser muito favorável e preciosa, se estivermos preparados para abraçá-la e fazer a nossa parte. Entretanto, se a deixarmos escapar, poderemos lamentar nossa falta de entusiasmo por ela, nos próximos meses. É a oportunidade de descobrir como lidar com energias poderosas em nossas vidas, transmutando o que a princípio pode parecer prejudicial em algo bem mais criativo e positivo.

Este ato de alquimia energética é um dos maiores desafios para o ser humano. O ego gosta tanto de se prender a experiências aparentemente negativas e transformá-las numa refeição! Se deixássemos por conta dele, todo dia seria um drama Shakespeareano de jogos de poder, batalhas entre vontades e lutas mortais, tal é o relacionamento do ego com os melodramas da vida.

Mas o desafio que temos diante de nós agora é levar a vida de forma diferente. Não, as coisas nem sempre caminham do jeito que esperávamos, as pessoas não agem do jeito que gostaríamos e não se comportam como nos comportaríamos… mas, e daí? Esta é a natureza da vida. Para cada vez que ficamos frustrados com alguém, existe alguém igualmente frustrado conosco; para cada ocasião em que cedemos às exigências de outrem, há alguém que também cedeu às nossas exigências da mesma forma em algum momento… e há grandes chances de que nem sequer o percebemos! Dar e receber – os altos e baixos da vida – significam que estas coisas ocorrem todos os dias e, se permitirmos que o ego continue fazendo uma grande novela de tudo, então, francamente, depois de tudo que aprendemos nos últimos anos, que esperança existe?!

Portanto, este mês é um momento para fazermos tudo diferente, começando hoje. Na chegada da Lua Azul daqui a um mês, teremos a oportunidade de fechar a cortina sobre algumas partes de nossas vidas que realmente já ultrapassaram o limite da nossa acolhida e devem ser liberadas. Quando esse momento chegar, precisaremos ter bastante clareza sobre quais são essas partes e providenciar para que elas estejam de malas prontas para partir, dando-lhes um adeus firme e final, enquanto as observamos desaparecendo no horizonte. E para que possamos fazer tudo isso, podemos experimentar viver sem elas nas próximas semanas, mesmo que continuem sussurrando em nossos ouvidos diariamente.

Então este é o plano: fique atento ao momento em que o ego se liga em alguma coisa e se apronta para preparar o drama habitual. Ele geralmente usa o mesmo enredo do último drama, e do anterior a este… Pode ser algo do tipo “ninguém aprecia os meus esforços” ou talvez “sou tão inútil, que nunca vou conseguir levar isto adiante”, ou “não posso suportar a dor desta separação” Ou pode ser algo bem específico, como “sou deste jeito porque x e y aconteceram comigo e nada vai mudar isso”

É assim que o ego nos captura, identificando-nos com as condições dolorosas em nossas vidas e estimulando-nos a criar uma identidade a partir delas. É um jogo sutil e poderoso, porque fica muito mais difícil nos desapegarmos dessas condições, quando sentimos que elas são uma parte fundamental daquilo que somos. Se não conseguimos imaginar a vida sem estarmos deprimidos, estressados ou aflitos todos os dias, então realmente precisamos fazer as coisas de um modo diferente, a partir de hoje.

Não é fácil. Os seres humanos são complexos. Nossas mentes têm um grande poder sobre nós e a transformação pode ser um processo longo e doloroso nos aspectos mais densos de nossas vidas. Mas até isto está começando a mudar agora. O cadinho cósmico do mês que vem está pronto para acelerar o processo e libertar-nos das coisas que vem nos prendendo há um tempo demasiadamente longo… desde que façamos a nossa parte! Então hoje, quando nossas mentes começarem a nos contar as velhas estórias de “coitadinho de mim”, podemos parar, respirar e sorrir, lembrando que agora as coisas estão mudando e não precisamos mais agir do mesmo jeito que antes. E em seguida fazer o que faríamos se não estivéssemos vivendo aquele drama em particular, se não estivéssemos mais assumindo a velha estória sobre nós mesmos e nossas vidas.

Estamos aprendendo um novo papel agora, trabalhando com um script diferente e, assim como um ator, estamos nos preparando para o grande momento. Precisaremos de um certo tempo e de comprometimento para conseguirmos chegar lá, e quando o fizermos… bem, nossas vidas poderão ser uma performance digna de um Oscar e poderemos nos orgulhar justamente de não termos nos permitido ser moldados como algo ou alguém que não somos.

Amor para todos,

Sarah Varcas

Tradução de Vera Corrêa  veracorrea46@ig.com.br

© Sarah Varcas. Todos os direitos reservados. É dada permissão para compartilhar livremente este artigo em sua totalidade, desde que seja dado todo crédito ao autor. E que seja citado o site onde este texto é oferecido gratuitamente: www.astro-awakenings.co.uk.

Fonte:

http://astro-awakenings.co.uk/23rd-july-2013-between-now-and-the-blue-moon

 

 


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ARTIGO DE JENNIFER HOFFMAN-23/07

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P & R: É UM LIMITE OU UM JULGAMENTO?

Querida Jennifer: Recentemente terminei uma amizade com alguém, porque eu não posso mais lidar com a sua crítica, seu sarcasmo e negatividade. Ela faz esses comentários acerca de todo mundo, inclusive sobre mim. Embora tivéssemos alguns bons momentos juntas, observo que nos últimos três anos, conforme eu fui mais diligente em seguir o meu caminho espiritual, ela foi ainda mais crítica comigo. Visto que eu lhe disse que não mais poderia ser sua amiga, ela está acusando-me de julgá-la e dizendo que eu não estou sendo muito espiritual. Estou errada em estabelecer esses limites com ela e são eles julgamentos? Qual é a diferença?

Resposta de Jennifer: A resposta curta para a sua pergunta é que é um limite que é um julgamento, e nem todos os julgamentos são ruins. À medida que nos tornamos mais claros acerca da direção e do caminho que queremos para as nossas vidas, tudo o que não está alinhado  com isso fica muito óbvio para nós. Mesmo que estivéssemos com certas pessoas ou em certas situações, por décadas, começamos a observar a diferença na energia, conforme nossa própria energia se altera. Então, as coisas que estivemos tolerando ou permitindo, embora sem gostar delas, começamos a olhar e a sentir-nos diferentes e menos dispostos a tolerá-las. E os nossos limites começam a estreitar-se, o que significa simplesmente que fazemos escolhas mais conscientes acerca dos tipos de energia que permitimos em nosso espaço energético e onde colocamos a nossa própria energia.

Os limites são importantes porque eles administram o fluxo de nossa energia. Se você quer algo para beber, por exemplo, o que você faz? Coloca água em uma vasilha em que você possa beber facilmente. Sem essa vasilha, você poderia derramar água no chão ou na pia, que não são os meios mais adequados para satisfazer a sua sede. À medida que você estabelece limites, cria uma vasilha para a sua energia, que administra onde ela flui e o que flui em sua direção. Os limites são meios de gerir a sua energia que são uma espécie de julgamento, e nem todos os julgamentos são maus.

“Eu não como mariscos” é um julgamento importante se você sabe que é alérgica a frutos do mar. “Todos em minha vida me amam, me honram e me respeitam” é tanto um limite quanto um julgamento, que descreve os tipos de trocas energéticas que você quer dos demais em sua vida. “Todos me odeiam” é um julgamento que estabelece um limite  – apenas pessoas que a odeiam serão permitidas em sua vida. Temos limites, porque sem eles a nossa energia fica espalhada. Na terceira dimensão precisamos utilizar julgamentos para estabelecer limites de modo que saibamos para onde está indo nossa energia e que espécie de energia permitiremos em nossa vida.

Conforme você alterou a sua energia, a sua amiga teve a oportunidade de estar aberta ao novo paradigma da energia, que você estava criando para a sua vida. Mas ela não fez isso, então, a lacuna entre as suas vibrações tornou-se tão grande, que você não poderia mais tolerar ou permitir o comportamento dela. Quanto mais elevada for a sua vibração energética e mais poderosa você for em sua vida, menos você pode tolerar a energia de densidade inferior, isso faz com que se sinta desconfortável. Você não a julgou, você estabeleceu um limite para a sua própria vida, o que significava que ela poderia honrar o limite e reunir-se a você, ou encontrar outra amiga. Em vez de se preocupar com ela, estabeleça intenções para relacionamentos amorosos e gratificantes com pessoas de energia semelhante em sua vida. Isso não julga ou exclui alguém, é simplesmente um limite poderoso criado por sua ponderação ou escolha sobre o tipo de energia que você quer em sua vida, que torna os seus relacionamentos prazerosos e as experiências cheias de alegria.

Tradução de Ivete Brito-adavai@me.comwww.adavai.wordpress.com

Site original: www.enlighteninglife.com